Quer ser feliz no amor? Schopenhauer ajuda.

Quanto mais procuro idéias, mais me convenço de que o homem moderno, detentor de seu aparato técnico-científico, controlador de si e até mesmo conquistador de relativo domínio sobre a natureza, soberano de todas as espécies que habitam a Terra, este homem capaz de levar o bem-estar-social a todos os confins do planeta através de seu pensamento redentor (mais conhecido como neoliberalismo) é o mesmo que orienta sua noção de felicidade nos mais primitivos instintos animais. 15 mil anos depois, o homem ainda é o mais animal dos animais.

Há muito me dizem que o homo sapiens é o mais evoluído intelectualmente entre as outras espécies. Sobre isto tenho muitas dúvidas (ainda acho que baleias, golfinhos, elefantes e gatos o são). Mas conquistar a racionalidade para depois ignorá-la por completo em detrimento de instintos primitivos me fazem questionar essa pretensa superioridade.

Hoje a coisa é mais sinistra. Para muitos as interações com as diversas mídias podem potencializar nossa ignorância. O Bicho-Papão dos socialistas de outrora, o American Way of Life dos tempos de Ford, depois de se apaixonar, casar e ter filhos com a virtuosa Dama Revolução Tecno-científica (Geni) deram início à família globalização. Hoje eles se ocupam, entre outras coisas, de criarem desejos para nossas mentes sedentas de amor, nos aproximando ainda mais de nossos irmãos bovinos, não por devorá-los, mas por pastar e ruminar como tais.

Segue abaixo o link para um post muito interessante que encontrei nessa ferramenta internet (que não renego de maneira alguma. O alienado muitas vezes está do outro lado do vídeo, não na rede em geral) que contem 3 vídeos sobre uma visão mais racional do amor. Por posts assim que tento desesperadamente me aproximar de certos caras como Diógenes de Sinope, Camus, Schopenhauer… e menos do homo ocidentalis

Filosofia para o Dia-a-Dia: Schopenhauer e o Amor – Blog do Nicholas.

Estes posts, se analisados em conjunto, vão delineando uma certa filosofia de via que já começa a ser reconhecida. Por aí passa a filosofia do suicídio. Devemos discutir o outro lado da morte voluntária, alías, esta sim ato estritamente racional e humano.